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O dólar comercial fechou em queda de mais de 1% pela segunda sessão consecutiva nesta quinta-feira (4), continuando a devolver a forte valorização recente e encerrando o dia abaixo de R$ 5,50 pela primeira vez desde 25 de junho. Com isso, a moeda americana acumulou uma queda de 3,15% em apenas dois pregões. Este movimento foi impulsionado pelo anúncio do ministro da Fazenda, Fernando Haddad

Venda de Veículos no País Cresce 14,59% no Semestre, Diz Fenabrave Estrategista-Chefe Global de Mercados Deixa Maior Banco dos EUA Após Série de Previsões Erradas

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) destacou que a estrutura definitiva de governança do open finance, anunciada pelo Banco Central (BC) nesta quinta-feira (4), representa um "passo importante, mas não o último". Para a entidade, é crucial "continuar buscando uma governança sempre equilibrada, que deve ser acomodada pelas associações e pela criação de uma nova convenção".

O mercado de veículos novos no Brasil continua em ritmo de crescimento, impulsionado por taxas de juros mais favoráveis em comparação a meses anteriores. Em junho, foram licenciados 214,2 mil carros, comerciais leves, caminhões e ônibus, representando um aumento de 13,09% em relação ao mesmo mês de 2023, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Marko Kolanovic, estrategista-chefe global de mercados e codiretor de pesquisa global do J.P. Morgan, está de saída do banco, segundo um memorando interno obtido pela Bloomberg News.

Os preços dos contratos futuros do ouro encerraram o dia em alta firme, superando 1%, impulsionados pelo aumento do otimismo de que o Federal Reserve (Fed) poderá realizar cortes nas taxas de juros.

Os preços do petróleo registraram uma alta expressiva nesta quarta-feira, véspera do feriado de 4 de julho, Dia da Independência dos EUA. O movimento foi impulsionado pela significativa queda nos estoques de petróleo dos EUA, em uma semana marcada por intensas viagens de automóveis.

O dólar comercial encerrou a sessão desta terça-feira em forte baixa, atingindo seu menor valor de fechamento desde a última quinta-feira (27). A moeda americana foi pressionada por uma correção global que beneficiou as moedas de mercados emergentes, impulsionada por dados econômicos que apontaram para um enfraquecimento do mercado de trabalho e do setor de serviços nos Estados Unidos.
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A cotação do dólar paralelo na Argentina — o chamado "dólar blue" — manteve nesta terça-feira (2) a tendência de alta e está sendo negociado a 1.395 pesos na compra e 1.425 pesos na venda. A diferença entre o preço do dólar oficial e o paralelo atingiu 55,19%, a maior desde a grande desvalorização promovida pelo governo do presidente Javier Milei em dezembro do ano passado, segundo levantamento do portal argentino Ámbito.