Open finance é a infraestrutura regulada pelo Banco Central que permite o compartilhamento padronizado de dados financeiros entre instituições autorizadas, com consentimento do titular, cobrindo dados bancários, de crédito, investimentos, seguros e previdência. Para PSPs e fintechs B2B, essa base representa a maior reconfiguração de modelo de negócio desde a chegada do Pix.
Dito isso, é preciso ser honesto: a maioria dos PSPs ainda trata o open finance como um protocolo para cumprir. Expõe as APIs exigidas pela regulação, treina uma equipe para gerenciar consentimentos e deixa o assunto no departamento de tecnologia. Nós entendemos a lógica: a pressão regulatória é real e as equipes já estão sobrecarregadas. Só que essa postura resolve o compliance de curto prazo. Não resolve a questão estratégica.
Em 2025, a iniciação de pagamento via Pix no open finance movimentou R$ 15,3 bilhões, crescimento de 246% em relação aos R$ 3,2 bilhões de 2024. O volume de transações saltou de 153 milhões para 530 milhões em doze meses. Esse número não veio porque os usuários passaram a entender melhor o framework do Bacen. Veio porque alguns players B2B reposicionaram a operação e começaram a capturar um fluxo que antes não existia para eles.
PSPs e fintechs B2B que ainda tratam o open finance como obrigação regulatória vão perceber o custo disso no fluxo de caixa antes de perceber em qualquer relatório.
Do open banking ao open finance
O open banking cobria dados bancários: contas, cartões, pagamentos. Funcionou como prova de conceito. O salto real veio quando o escopo foi estendido para investimentos, crédito, câmbio, seguros e previdência, e o sistema passou a ser chamado de open finance.
Para PSPs e fintechs B2B, essa extensão muda o perímetro de atuação de forma concreta. Um PSP que antes via apenas o lado transacional de um cliente corporativo agora pode, com consentimento, acessar o histórico de faturamento, as operações de crédito em aberto, a posição em recebíveis e o comportamento de fluxo de caixa ao longo do tempo. Isso transforma o PSP de meio de pagamento em parceiro de visibilidade financeira.
Segundo dados do Open Finance Brasil, o sistema registrou 154 milhões de consentimentos ativos até agosto de 2025, com crescimento de 143% em consentimentos únicos de CPFs e CNPJs entre 2024 e 2025. Adesão marginal, isso não é. É parte relevante da base produtiva do país compartilhando dados de forma ativa e voluntária.
A API como produto
A mudança mais significativa para fintechs B2B não está na conformidade com o framework do Banco Central. Está na lógica do que é um produto financeiro.
Com o open finance, uma API financeira deixa de ser infraestrutura interna e passa a ser um ponto de criação de valor real para o cliente. Fintechs B2B que constroem sobre as APIs padronizadas do sistema conseguem lançar serviços que antes exigiam acordos bilaterais longos, integrações customizadas e ciclos de desenvolvimento de mais de um ano. A portabilidade de dados e a interoperabilidade nativa do sistema reduzem o custo de lançamento de produtos novos de uma forma que simplesmente não existia antes.
O dado que torna isso concreto: segundo o relatório FEBRABAN Tech 2024, 85% dos bancos e fintechs planejam expandir o uso de APIs abertas para lançamento de novos produtos. A questão, para um CEO de PSP, não é se isso vai acontecer. É se a base atual está posicionada para capturar esse movimento ou apenas para acompanhá-lo de longe.
O ITP como linha de receita
O Iniciador de Transação de Pagamento, o ITP, é a figura que o open finance criou para executar pagamentos via Pix sem que o pagador precise sair da jornada digital onde está. Plataformas B2B, ERPs, marketplaces e softwares de gestão podem se habilitar como ITPs ou integrar ITPs para oferecer iniciação de pagamento dentro do próprio produto.
Para PSPs, isso representa uma virada na lógica de processamento. Cada iniciação que passa por um ITP integrado à operação é uma transação que não sai para ser processada em outro trilho, com outra margem e outra conciliação. O volume de iniciações via open finance cresceu de 153 milhões para 530 milhões de transações em doze meses (Open Finance Brasil, 2025).
A iniciação de pagamento via open finance não substitui o Pix convencional. Ela cria um canal novo, com menos atrito na jornada e mais controle sobre o fluxo transacional do cliente corporativo. E aqui está o ponto que muitos PSPs ignoram: o ITP pode ser precificado como produto, não como feature técnica. Quem não fez esse movimento ainda está oferecendo capacidade gratuitamente.
Três mudanças estruturais em curso
1. Crédito com dado real
O open finance já está reconfigurando o mercado de crédito B2B. Segundo dados do sistema, R$ 31 bilhões em operações de crédito foram originados com base em dados compartilhados até 2025. Fintechs responderam por R$ 5,4 bilhões desse total, com R$ 12 bilhões originados apenas no primeiro semestre de 2025.
O que isso significa para PSPs que atuam com antecipação de recebíveis? Que o histórico transacional de um cliente, quando compartilhado via open finance com consentimento, permite análise de risco com um nível de detalhe que o modelo baseado em documentos estáticos simplesmente não alcança. Fluxo real de caixa, sazonalidade de faturamento, comportamento de inadimplência por canal, concentração de recebíveis por bandeira. Esses dados existem hoje nos sistemas das instituições. O open finance é o trilho que os conecta ao modelo de crédito da fintech.
A conta é direta: uma fintech B2B que opera R$ 50 milhões por mês em antecipação de recebíveis e consegue reduzir a inadimplência em 0,3 ponto percentual por meio de análise de risco mais precisa representa R$ 150 mil por mês a menos em perdas. Anualizado: R$ 1,8 milhão. Sem mudar uma linha de volume.
Aliás, vale corrigir um equívoco comum aqui: a maioria entende isso como "usar mais dados". Não é bem isso. É usar dados contínuos no lugar de um retrato estático. A diferença importa porque a empresa muda o tempo todo. O documento de balanço de dezembro não fala nada sobre o que aconteceu em março.
2. Embedded finance e o canal
O embedded finance, as finanças embarcadas, é o modelo que integra serviços financeiros diretamente na jornada digital onde a decisão acontece, sem redirecionar o usuário para uma tela financeira separada. Para PSPs, isso muda o canal de distribuição de forma irreversível.
Segundo dados da Zoop, o embedded finance movimenta aproximadamente R$ 23 bilhões por ano no Brasil e US$ 148 bilhões globalmente. Um ERP que usa open finance para ler o fluxo de caixa de um cliente e oferecer capital de giro no momento certo, dentro da interface de gestão, captura uma conversão que o PSP convencional nunca veria. A iniciação de pagamento e a oferta de crédito acontecem onde a decisão financeira está sendo tomada, não em uma tela separada.
Nós temos uma opinião clara sobre isso: PSPs que não integrarem sua oferta às plataformas onde seus clientes tomam decisões financeiras vão perder posição nos próximos 24 meses. Não de golpe. Gradualmente. O tipo de perda que não aparece nos relatórios de churn porque o cliente nunca chegou.
O Banking as a Service, o BaaS, é o mecanismo que permite esse movimento. Segundo projeções da Mordor Intelligence, o mercado global de BaaS deve crescer a uma taxa composta de 19,7% ao ano entre 2025 e 2030. A regulamentação do Banco Central e do CMN publicada em 2025 formalizou as regras para quem opera nesse modelo, criando um ambiente mais previsível para quem decide investir em base regulada.
3. Conciliação financeira como diferencial
PSPs e fintechs B2B que operam com múltiplos adquirentes, múltiplos canais e split de pagamentos sabem que a conciliação financeira é onde a margem desaparece sem aviso. O open finance adiciona uma camada nova a esse problema: dados de múltiplas instituições, em formatos padronizados, disponíveis via API, que precisam ser reconciliados com os fluxos de liquidação da operação.
Fintechs B2B que constroem conciliação financeira nativa sobre o framework do open finance oferecem ao cliente corporativo uma visão consolidada que antes exigia meses de integração bilateral com cada instituição. Para PSPs que operam marketplace ou split de pagamentos, isso resolve um problema específico: a rastreabilidade do split de ponta a ponta, desde a transação aprovada até o crédito na conta do seller, com cada etapa registrada e cada estado mapeado.
O custo oculto da conciliação manual é mensurável. Uma equipe de dois analistas dedicados à conciliação, operando R$ 30 milhões por mês, representa em média 60 a 78 horas mensais de trabalho manual. A R$ 80 por hora: R$ 4.800 a R$ 6.240 por mês só em custo de operação. Sem contar os erros que não aparecem imediatamente e que viram exceções de liquidação três dias depois, quando o seller já está ligando.
O que ficou para trás
Nós acompanhamos operações de PSPs e fintechs B2B de perto. E o padrão que mais vemos não é de quem ignorou o open finance. É de quem respondeu com uma estratégia de conformidade: cumpriu os requisitos, expôs as APIs, fechou o checklist e deixou o assunto no departamento de tecnologia. Essa postura resolve o curto prazo. Não resolve o modelo.
Quatro pontos que ainda não foram ajustados na maioria das operações: o modelo de receita ainda não contempla iniciação de pagamento como linha de produto: o ITP é tratado como feature técnica, não como canal de faturamento, e PSPs que não precificaram a iniciação estão oferecendo capacidade gratuitamente. A análise de crédito ainda não usa dados de open finance de forma sistemática, com fintechs B2B continuando a usar documentos estáticos quando poderiam usar dados transacionais em tempo real para reduzir risco e ampliar aprovação.
O split de pagamentos ainda não tem rastreabilidade nativa. A maioria das operações de marketplace reconcilia o split manualmente ou via relatório batch do adquirente, sendo que a rastreabilidade em tempo real, possível com base nas APIs do open finance, ainda não é padrão. E a portabilidade de crédito, com previsão de início em fevereiro de 2026, ainda não está no radar comercial da maioria, apesar de criar um movimento de migração de carteiras que exige preparo dos dois lados.
O impacto no fluxo de caixa
Para um CEO de PSP, a questão é financeira. Só isso.
Considere uma operação que processa R$ 20 milhões por mês em transações B2B, com custo de capital de 1,3% ao mês. Cada dia de float representa R$ 20M x 1,3% / 30 = R$ 8.667. Com iniciação de pagamento via open finance operando sobre Pix, o prazo de liquidação é D+0 ou D+1 na maioria dos casos. Para uma operação que hoje liquida em média em D+2 ou D+3, migrar parte do volume para iniciação via open finance representa uma redução de custo de capital real.
R$ 8.667 por dia de diferença. Para um volume que migra 30% do processamento para iniciação com liquidação D+0, a redução é de R$ 8.667 a R$ 17.334 por mês, dependendo dos dias ganhos no prazo médio de liquidação. Isso antes de contar a melhora na conciliação e a redução de inadimplência na carteira de antecipação.
Segundo projeções da PwC Brasil, o open finance pode gerar aproximadamente R$ 42 bilhões em novas receitas no sistema financeiro brasileiro até 2026. Esse número não se distribui igualmente. Vai para quem construiu base para capturá-lo.
Whitelabel como acelerador
PSPs e fintechs B2B que querem reposicionar a operação no open finance enfrentam uma decisão de build versus buy que aparece em praticamente toda agenda de produto. Construir do zero tem um custo que vai além do desenvolvimento técnico: exige licenciamento, conformidade com as especificações do Open Finance Brasil, integração com os sistemas de consentimento, certificação junto ao Banco Central e capacidade de suportar o volume de chamadas de API que o sistema gera.
O tempo médio para chegar a produção com infraestrutura própria de open finance, partindo do zero, é de 18 a 24 meses. Dezoito meses. Esse é o custo de oportunidade que ninguém coloca na planilha, e que corresponde ao volume que o mercado vai ter capturado antes da operação estar pronta.
O modelo whitelabel financeiro resolve essa equação de forma diferente. Uma plataforma whitelabel já regulada, com APIs de open finance integradas, permite que um PSP ou fintech B2B lance produtos com a própria marca, sobre base pronta, em uma fração desse tempo. A diferenciação passa a ser o produto e o relacionamento com o cliente, não a construção de infraestrutura.
Na Barte, nós desenvolvemos a plataforma whitelabel considerando exatamente esse posicionamento. A operação whitelabel da Barte integra processamento de pagamentos, split de recebíveis, conciliação financeira e visibilidade de fluxo de caixa em uma base que o PSP ou fintech B2B usa com a própria marca e a própria experiência de produto. Os dados disponíveis incluem estado de cada transação em tempo real, rastreabilidade de split por seller, posição de recebíveis e histórico de liquidação, tudo via API ou painel.
Pergunta de qualificação para sua operação: se um cliente corporativo te perguntar, hoje, qual é a posição consolidada de recebíveis dele considerando todas as bandeiras e canais, você consegue responder em menos de 5 minutos sem exportar nada manualmente? Se não consegue, o problema não é o open finance. A base de dados é.
Como se posicionar agora
O open finance não é tendência de 2028. É infraestrutura em operação com 530 milhões de transações de iniciação de pagamento realizadas em 2025 e R$ 31 bilhões em crédito originado sobre dados compartilhados. O posicionamento certo para PSPs e fintechs B2B tem quatro vetores concretos.
Iniciação de pagamento como produto. Habilitar ou integrar ITP, precificar a iniciação de pagamento e incluí-la no portfólio como linha de produto, não como feature técnica sem margem.
Crédito com dados de open finance. Reestruturar o modelo de análise de risco para consumir dados transacionais compartilhados. Aplicar diretamente em antecipação de recebíveis e capital de giro. O dado existe. Falta o trilho.
Conciliação financeira em tempo real. Substituir o processo de reconciliação manual por conciliação construída sobre as APIs do open finance. Isso não é luxo de grande operação. É o que diferencia PSPs que crescem de PSPs que operam em modo de apagador de incêndio.
Plataforma whitelabel para distribuição financeira. Usar o modelo whitelabel para lançar produtos com a própria marca sobre base regulada, comprimindo o ciclo de go-to-market de 18 meses para semanas. Esses quatro vetores não são iniciativas de longo prazo. Têm implicações financeiras mensuráveis no próximo trimestre.
A portabilidade de crédito em 2026
A portabilidade de crédito via open finance, com início previsto para fevereiro de 2026, cria uma dinâmica nova para fintechs B2B que operam carteiras de crédito. Clientes corporativos com operações em instituições tradicionais vão ter acesso simplificado ao processo de migração, o que move carteiras em escala.
Para fintechs B2B que oferecem capital de giro ou antecipação de recebíveis, isso representa dois movimentos simultâneos: a possibilidade de capturar clientes em processo de portabilidade que buscam condições melhores, e o risco de perder clientes da própria carteira para quem ofereça melhores condições com jornada mais simples. A preparação passa por garantir que a análise de risco está usando dados de open finance para precificar com precisão e que a experiência de jornada está na altura do que o sistema cria como expectativa: simples, digital, sem papel.
Operações que chegarem em fevereiro de 2026 com modelo de análise baseado em documento estático e jornada burocrática vão ter dificuldade dos dois lados desse movimento.
Regulação como piso
Uma das leituras mais limitantes que nós observamos é tratar as resoluções do Banco Central sobre open finance como o perímetro máximo de atuação. As resoluções definem o piso de conformidade. O que uma fintech constrói sobre esse piso é o que define posicionamento competitivo.
A Resolução Conjunta nº 14 e as normas de BaaS publicadas pelo BCB em 2025 elevaram os requisitos de governança, capital mínimo e controles de risco para quem opera nesse mercado. Isso reduz o número de players que conseguem se manter na operação e valoriza a base de quem já está regulado e capitalizado. Para PSPs e fintechs B2B que já operam dentro dos requisitos, esse movimento é favorável.
A concentração que a regulação tende a produzir no curto prazo gera um mercado mais previsível para quem ficou. A questão é se a operação está usando esse espaço para crescer ou apenas para sobreviver.
Barte Whitelabel
Na Barte, nós operamos base de pagamentos B2B construída para o mercado que o open finance está criando. A plataforma whitelabel da Barte permite que PSPs e fintechs B2B lancem operações completas com a própria marca, cobrindo processamento de pagamentos, split de recebíveis, conciliação financeira em tempo real, visibilidade de fluxo de caixa e integração com os trilhos de open finance e Pix.
O que um PSP que opera sobre a plataforma whitelabel da Barte tem disponível: conciliação financeira em tempo real, com rastreabilidade por transação, bandeira e canal. Split de pagamentos com validação automática de sellers e rastreabilidade de cada centavo desde o D da transação até o D do crédito na conta do recebedor. Visibilidade de recebíveis consolidada, com posição por prazo e canal. Tudo com a marca do PSP, sob o domínio do PSP, com a experiência que o PSP define para o cliente final.
Pergunta de qualificação: você consegue mostrar, ao vivo, para um cliente corporativo prospecto, o painel de conciliação com dados reais da operação dele, em menos de 10 minutos de conversa? Se não consegue, o problema não é o produto. É a base que sustenta o produto.
Perguntas frequentes sobre open finance
O que é open finance? Open finance é a base regulada pelo Banco Central do Brasil que permite o compartilhamento padronizado de dados financeiros entre instituições autorizadas, com consentimento do titular, cobrindo dados bancários, de crédito, investimentos, seguros e previdência. Para PSPs e fintechs B2B, é o framework que viabiliza novos produtos financeiros sem a necessidade de acordos bilaterais com cada instituição.
O que é ITP e como ele impacta PSPs? ITP é o Iniciador de Transação de Pagamento, a figura habilitada pelo open finance para executar pagamentos via Pix a pedido do usuário, sem que ele precise sair da plataforma em uso. Para PSPs, o ITP representa a possibilidade de processar iniciações de pagamento diretamente na jornada do cliente corporativo, criando uma linha nova de volume e de receita sem depender de checkout externo.
Como o open finance muda a análise de crédito para fintechs B2B? Com o open finance, fintechs B2B que operam antecipação de recebíveis ou capital de giro podem acessar, com consentimento do cliente, dados transacionais em tempo real de múltiplas instituições. Isso substitui a análise baseada em documentos estáticos por uma análise baseada no comportamento real de fluxo de caixa, reduzindo o risco de inadimplência e ampliando a aprovação de crédito qualificado.
O que é embedded finance e por que é relevante para PSPs? Embedded finance é o modelo que integra serviços financeiros diretamente na jornada digital onde a decisão acontece, sem redirecionamento para interface financeira separada. Para PSPs, esse modelo representa uma mudança no canal de distribuição: plataformas B2B com grandes bases de clientes estão incorporando serviços financeiros internamente, o que reduz a dependência de PSPs como ponto de entrada da jornada.
Qual é o papel do whitelabel financeiro no open finance? O modelo whitelabel financeiro permite que PSPs e fintechs B2B lancem produtos com a própria marca sobre base já regulada e integrada ao open finance. Isso reduz o tempo de go-to-market de 18 a 24 meses para semanas, e permite que o foco da operação seja o produto e o relacionamento com o cliente, não o desenvolvimento de base técnica.
Como a portabilidade de crédito via open finance afeta fintechs B2B? Com início previsto para fevereiro de 2026, a portabilidade de crédito via open finance simplifica o processo de migração de operações de crédito entre instituições. Para fintechs B2B, isso cria dois movimentos simultâneos: a possibilidade de capturar clientes em processo de portabilidade, e a necessidade de garantir que a própria carteira está precificada e com jornada competitiva para não perder clientes.
Como a Barte atua nesse contexto? A Barte oferece base whitelabel para PSPs e fintechs B2B que querem operar com a própria marca no open finance. A plataforma cobre processamento de pagamentos, split de recebíveis, conciliação financeira em tempo real e integração com os trilhos de iniciação de pagamento, tudo disponível via API e painel, com a marca e a experiência definidas pelo operador.
O próximo passo
O open finance chegou à escala operacional. R$ 15,3 bilhões em iniciações de pagamento, 530 milhões de transações, R$ 31 bilhões em crédito originado sobre dados compartilhados. Esses números são o resultado de 2025, não projeção para 2027.
PSPs e fintechs B2B que reposicionaram a operação estão capturando esse volume. Os que trataram o open finance como compliance estão pagando o custo de oportunidade de cada trimestre que passa. Se a sua operação ainda não tem iniciação de pagamento como produto, conciliação em tempo real como padrão e dados de open finance integrados à análise de crédito, o gap não é técnico. É de modelo.
Na Barte, nós construímos a plataforma whitelabel para PSPs e fintechs B2B que querem fechar esse gap sem esperar 18 meses de desenvolvimento próprio. Acesse whitelabel.barte.io e entenda como sua operação pode estar no ar em semanas, com a sua marca e a base que o open finance exige.



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