Com a chegada do Series A, o volume de operações financeiras da Comp multiplicou e escalar o time no mesmo ritmo não daria conta. Reconciliação manual. Matching no Excel. Pessoas dedicadas ao trabalho que um agente poderia executar de forma autônoma.
A Comp vende colaboradores de IA embarcados nos times de RH de clientes. Eles já veem de perto o impacto de um produto de IA human-in-the-loop gera nas empresas, por isso, quando precisou escalar o próprio financeiro, trouxe a Barte.
Esse é o relato de Thales Marques, CFO da Comp, sobre o que aconteceu a partir daí.
A empresa
A Comp é uma “HR tech” que embarca colaboradores especializados, com expertise de mercado e de tecnologia com IA, dentro dos times dos clientes. O produto é, essencialmente, IA humana aplicada a desafios reais de negócio.
Quando captou o Series A, a Comp trocou de patamar. Volume maior, mais complexidade operacional, e uma pergunta inevitável: "Estamos usando as melhores soluções financeiras? Como nos tornamos nativos em IA, tendo carta branca para reconstruir isso do zero, se necessário?"
O problema era familiar
O financeiro da Comp vivia o que Thales descreve como o padrão do mercado:
"Você tem analistas, coordenadores, gerentes que têm alguma familiaridade com IA, mas é muito superficial. Estão usando o Copilot para responder e-mail, o Copilot para ver uma fórmula no Excel, e termina por aí”, diz o CFO. “Continuam gastando a maior parte do tempo fazendo reconciliação bancária, matching de P&L, procurando onde está aquela vírgula, batendo o fluxo de caixa."
A realidade prática: para manter a operação girando depois da captação, o time precisaria crescer. No entanto, mais analistas = mais processos manuais. Um custo que vira base permanente no ano seguinte.

A primeira reunião
A Barte entrou pela primeira vez na Comp com um briefing simples: Thales apresentou um problema que estava travando a operação. O que veio a seguir definiu o tom de toda a parceria.

Três dias depois de apresentar o problema, os especialistas em FDE da Barte voltaram com uma solução pronta, mapa de implementação e já com uma visão do próximo passo — o que Thales chama de "extra mile".
"A Barte sempre vai com extra mile. Não existe nenhuma demanda que eu leve para eles que não me tragam uma solução já executada ou um plano para executá-la”, relata o CFO da Comp. “E eles já dão um passo à frente, dizendo: 'Depois que isso aqui estiver resolvido, podemos olhar para cá, porque vamos destravar valor nessa frente também.'"
Esse padrão de parceria se repetiu em todas as interações desde então.
Na prática: conciliação de cartão corporativo
O primeiro projeto foi a conciliação de cartão corporativo, uma das frentes mais trabalhosas e menos estratégicas de qualquer time de finanças.
"A conciliação de cartão corporativo é uma frente muito complexa: são pequenos gastos em grande quantidade, e muitas vezes esses gastos são aferidos manualmente. Talvez eu tivesse que ter uma ou duas pessoas olhando só para isso", explica Thales.
A Barte automatizou o processo de ponta a ponta: integrou aos sistemas da Comp, configurou os agentes responsáveis pela reconciliação autônoma, e entregou um fluxo "super lean e super clear", usando as palavras de Thales. O trabalho que ocuparia um ou dois FTEs em tempo integral passou a ser executado por um agente, sem necessidade de revisão manual.
Os resultados

Dois números resumem bem o que mudou: 20 para 1.
"Conseguimos identificar tarefas que numa empresa normal haveria 20 pessoas fazendo. A Barte consegue fazer com um agente, às vezes até de forma autônoma."
Com isso, o pipeline de 1 ano do financeiro da Comp foi completamente executado em apenas 2 meses, e o investimento no produto e serviço da Barte se tornou irrisório comparado ao ROI alcançado em pouco tempo.
O argumento que todo CFO precisa ouvir
Thales não está falando de tecnologia em abstrato quando menciona velocidade. Está descrevendo uma decisão de negócio com custo de oportunidade muito concreto.

A matemática é direta: montar uma estrutura interna para fazer o que a Barte entrega leva tempo — requer contratação, treinamento, curva de aprendizado, e ainda assim sem garantia de chegar à mesma qualidade.
Cada mês de atraso é um mês em que os agentes da concorrência já estão rodando.
"Tem quem ache que dá para fazer tudo sozinho — e até dá. Mas você vai demorar muito mais tempo e gastar mais do que com alguém que tem a expertise certa para fazer e manter isso rodando."
A diferença entre uma empresa que começa agora e uma que começou há seis meses não é de produto, e sim de dado treinado, agente calibrado e processo automatizado que já passou por dez iterações.
Próximos passos do financeiro da Comp
Thales tem uma visão clara do que é sucesso nesse projeto, e não é necessariamente sobre tecnologia.
"Quero que finanças se torne uma área completamente estratégica. Todo o trabalho operacional complexo, aquele trabalho que não é muito atraente, deixa para os agentes fazerem. A gente foca no que destrava valor dentro da Comp."
A Barte funciona como a infraestrutura que viabiliza essa transição: cada mês, o stack de agentes da Comp evolui. Mais agentes, fluxos melhores, mais automação. "Cada mês que passa tendo a Barte do nosso lado, evoluímos mais."
Daqui a alguns meses, a meta é que as frentes que hoje ainda são operacionais e manuais estejam completamente automatizadas, e que o time de finanças esteja liberado para pensar no que está acontecendo agora e no que vem a seguir.
O seu financeiro também pode ser nativo em IA
"Sempre vai estar bagunçado se você não começar a organizar a casa. Não existe um momento ideal ou certo para trazer alguém para te ajudar. Se você está sentindo que é complexo e não conseguiu resolver até agora, existe uma razão para isso”, diz o CFO da Comp.
A Barte é um squad de IA embarcado no seu time de finanças: uma liderança financeira sênior, um engenheiro de software e um engenheiro de IA dentro do sistema do seu time, que entregam os primeiros resultados em menos de 10 dias.
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