Embedded finance é a integração de serviços financeiros diretamente dentro de produtos não financeiros, permitindo que empresas B2B ofereçam pagamentos, crédito, antecipação de recebíveis e gestão de fluxo de caixa sob sua própria marca, sem precisar construir infraestrutura bancária do zero.
A definição técnica está correta. Mas ela esconde o que está acontecendo de verdade: uma redistribuição de onde a margem financeira vai parar. E essa margem está indo, cada vez mais, para plataformas B2B que pararam de tratar pagamento como custo de operação e passaram a tratá-lo como produto.
O Brasil movimentou US$ 4,31 bilhões em embedded finance em 2024. A projeção para 2029 é US$ 13,82 bilhões, crescimento médio anual de 26,2%, segundo dados da Celcoin e Deloitte. Até 2030, o mercado brasileiro deve chegar a US$ 18 bilhões (TI Inside, maio de 2026). Em receita adicional para empresas que já embarcaram essa lógica, a estimativa é de R$ 24 bilhões até 2026.
Não são projeções de mercado futuro. São a conta de um processo em andamento, e a maioria das plataformas B2B brasileiras ainda está do lado de fora.
O que já mudou (com data)
Pagamento saiu do checkout
Durante muito tempo, o pagamento era o que acontecia no final de um processo. O cliente chegava na tela de checkout, escolhia o método e saía. O processamento era responsabilidade de terceiros, a plataforma não via cor desse dinheiro e a relação com o cliente parava ali.
Em 2026, esse modelo não descreve mais as plataformas bem-posicionadas. Pagamento passou a ser parte do fluxo de trabalho: a nota é emitida, o link Pix é gerado, o recebimento é reconciliado, tudo na mesma tela onde o pedido foi criado. Não tem saída de sistema, não tem troca de plataforma, não tem planilha no fim do dia.
Para quem opera ERP vertical, plataforma de gestão ou marketplace B2B, isso representa uma mudança de posição no mercado. A empresa que antes era fornecedora de software virou também operadora de pagamentos. A receita de transação que ia para terceiros ficou dentro. E o relacionamento com o cliente se aprofundou porque agora inclui o dado financeiro mais sensível: como e quando ele paga e recebe.
O Pix é a parte que acelerou tudo isso mais rápido do que a maioria esperava. Com R$ 36,9 bilhões movimentados no primeiro semestre de 2025, crescimento de 15,2% em relação ao mesmo período de 2024 (Banco Central do Brasil), a infraestrutura de liquidez instantânea do Pix mudou o modelo de fluxo de caixa de qualquer operação que recebe em D+0. Receber no mesmo dia muda o custo de capital. Muda o apetite por antecipação. Muda a conversa sobre margem.
Onde a margem financeira foi parar
O movimento que se consolidou nos últimos dois anos é o seguinte: empresas B2B com base instalada de clientes e dados de relacionamento comercial começaram a originar crédito, oferecer antecipação de recebíveis e cobrar por isso, dentro do próprio produto.
O caso mais documentado no Brasil é o da Techfin, joint venture entre TOTVS e Itaú, que fechou 2025 com R$ 13,2 bilhões originados em crédito e R$ 350,2 milhões em receita líquida. Não é coincidência. A TOTVS tinha o que nenhum banco tinha: dados longitudinais de operação financeira de pequenas e médias empresas brasileiras capturados dentro do ERP ao longo de anos. O crédito foi uma consequência natural. Os dados de comportamento financeiro dos clientes já estavam lá. Faltava só a infraestrutura para monetizá-los.
A lógica se repete em verticais diferentes. Plataformas de agronegócio, distribuidores de insumos industriais, marketplaces de saúde. Quem tem dados de transação e histórico de relacionamento tem a matéria-prima para oferecer produtos financeiros com risco avaliável.
Globalmente, a receita de plataformas com embedded B2B payments cresceu de US$ 1,9 bilhão em 2021 para projeção de US$ 6,7 bilhões em 2026. O volume de transações embedadas no B2B deve ir de US$ 0,7 trilhão para US$ 2,6 trilhões no mesmo período (Galileo Financial Technologies, 2026).
BaaS derrubou a barreira de entrada
Até 2020, construir a camada financeira de um produto exigia licenciamento próprio, equipe de compliance, integração direta com bandeiras e adquirentes. Era um projeto de 18 a 36 meses. Poucas plataformas conseguiam fazer.
O Banking as a Service (BaaS) mudou isso. Hoje uma plataforma B2B acessa infraestrutura regulada de pagamentos via API, lança seu produto financeiro em semanas e paga pela infraestrutura como custo variável, indexado ao volume. O que antes era CAPEX pesado virou custo operacional.
O Open Finance pagamentos, com suas regras de compartilhamento e interoperabilidade entre instituições, reforçou mais ainda. Os dados que ficavam presos em silos bancários começaram a circular. As plataformas que sabem usar esses dados tomam decisões de crédito e antecipação com precisão que um banco genérico não tem, porque o banco vê só o extrato. A plataforma vê o comportamento operacional inteiro do cliente.
A janela está aberta. Mas tem prazo.
Gateway integrado não é embedded finance
Quando olhamos para plataformas B2B que dizem ter "embedded finance", o que encontramos com mais frequência é um gateway conectado via SDK. A empresa integrou um processador, colocou o checkout dentro do produto e, quando bem-sucedida, captura uma taxa de intermediação por cima do que o processador cobra.
Funciona. Mas não é embedded finance no sentido estrutural. A diferença aparece em quatro dimensões.
Dado. Um processador via SDK retorna "aprovado" ou "recusado". Uma infraestrutura financeira própria retorna status, motivo, bandeira, método, custo real e histórico de comportamento. É a diferença entre saber que a transação passou e entender o padrão financeiro do cliente ao longo do tempo. Sem esse dado, não tem crédito, não tem antecipação inteligente, não tem produto financeiro de verdade.
Margem. Capturar uma taxa de intermediação por cima de um gateway é uma linha de receita. Operar a infraestrutura e capturar o MDR diretamente é outra ordem de magnitude. Aliás, nem é só questão de margem unitária: é o que decide se o produto financeiro vai aparecer como nota de rodapé no P&L ou como centro de resultado com peso estratégico.
Retenção. Um gateway embedado cria conveniência. Fluxo de caixa gerenciado dentro da plataforma, antecipação de recebíveis em um clique e split automático entre parceiros criam dependência operacional. O cliente não consegue substituir sem reestruturar o próprio processo. Essa é a diferença entre plataforma que perde cliente quando o concorrente baixa preço 10% e plataforma que retém porque mudar custa mais do que ficar.
Posicionamento. O dado financeiro do cliente está em quem? Se está num terceiro que processa o pagamento, o poder de relacionamento está com esse terceiro. Se está na plataforma, cada transação aprofunda o relacionamento e abre possibilidade de oferta nova.
O que esse produto precisa ter
Para quem está avaliando construir ou expandir um produto financeiro dentro da plataforma, os componentes mínimos de uma operação estruturada são estes:
Processamento com marca própria. A plataforma aparece como prestadora do serviço financeiro. A infraestrutura por trás é invisível. O cliente associa a experiência financeira ao produto que usa no dia a dia.
Split automático. Em modelos com múltiplos fornecedores, distribuidores ou vendedores, o split precisa acontecer sem toque manual. O valor entra, é distribuído entre as partes conforme a regra de negócio configurada. Operações que fazem isso manualmente têm custo crescente que nenhum modelo de expansão sustenta por muito tempo.
Antecipação de recebíveis. O cliente recebe antes do prazo com taxa definida pela plataforma. Para a plataforma, receita financeira com risco calculável. Para o cliente, liquidez sem sair do produto. A antecipação de recebíveis tem a melhor relação entre complexidade de implementação e impacto imediato em receita para quem está começando nessa jornada.
Conciliação automática. O recebimento é reconciliado contra nota fiscal, pedido, cobrança, sem planilha exportada, sem cruzamento manual, sem equipe de conciliação que cresce junto com o volume. Quem nunca montou um time de analistas de conciliação pra descobrir que eles crescem mais rápido do que a operação, que me avise.
Visibilidade de fluxo de caixa. O CFO do cliente vê, dentro da plataforma, o que vai entrar e quando. Prazos de liquidação, D+1, D+2, D+30, antecipações disponíveis, impacto no capital de giro. Esse dado que antes dependia de ligação para o banco passou a ser tempo real.
Tokenização de recebíveis. Para operações de maior volume, tokenizar recebíveis e usá-los como garantia em estruturas de financiamento é o próximo nível. Com a evolução do Open Finance pagamentos e as iniciativas de open receivables em andamento no Brasil, esse componente vai ganhar relevância nos próximos 24 meses para plataformas que operam verticais com alto volume de recebíveis.
A conta que ninguém faz
A pergunta que o CFO deveria calcular primeiro não é "quanto custa implementar". É "quanto estou perdendo agora".
Para uma plataforma com R$ 47 milhões em volume de pagamentos mensais processados por terceiros, a conta tem três linhas:
MDR capturado pelo processador externo, estimativa média de 1,5% sobre volume: R$ 705.000 por mês que sai sem aparecer no custo de nenhum produto.
Float de 15 dias sobre esse volume com CDI a 10,5% ao ano (0,83% ao mês): R$ 47 milhões x 0,83% x 0,5 = R$ 195.050 por mês. Invisível no extrato. Não aparece em relatório nenhum porque não é um custo explícito. É o custo do tempo que o dinheiro passa fora do caixa da plataforma e dentro do caixa de um terceiro.
Receita potencial de antecipação de recebíveis, assumindo taxa de 2,5% ao mês e 15% do volume antecipado pelos clientes: R$ 47 milhões x 15% x 2,5% = R$ 176.250 por mês que a plataforma poderia capturar se oferecesse o serviço internamente.
Total: R$ 1.076.300 por mês saindo da plataforma ou não sendo capturado. Em 12 meses, R$ 12,9 milhões.
Esse número não inclui receita de cross-sell habilitada por dados de transação, redução de churn por lock-in operacional, nem o impacto no múltiplo de valuation que operações com receita financeira recorrente carregam comparadas a operações puramente de SaaS. Uma operação com receita financeira embedded tende a ser avaliada com múltiplos maiores porque tem receita recorrente, margem previsível e custo de troca alto para o cliente. Quem avalia empresas de software sabe disso. Quem ainda não tem o produto financeiro, está deixando essa conversa de valuation para mais tarde do que deveria.
Três perfis que mais capturam valor
Nem toda plataforma B2B está na mesma posição para embarcar esse movimento. Os que capturam mais rápido têm algumas características em comum.
ERPs e plataformas de gestão vertical. Quem já tem o dado operacional do cliente tem a vantagem estrutural para embedded finance. Histórico de faturamento, comportamento de pagamento de clientes e fornecedores, visibilidade de ciclo de caixa. Tudo isso já está no sistema. O passo seguinte é usar essa posição para oferecer pagamentos, antecipação e crédito dentro do produto que o cliente já abre toda manhã.
Marketplaces B2B com múltiplos sellers. O split de pagamento é a funcionalidade central desse modelo. A plataforma capta o pagamento total do comprador e distribui entre os vendedores conforme as regras de cada transação. Quem opera esse split manualmente está deixando margem na mesa e acumulando risco operacional a cada transação. Em operações acima de 300 sellers, a conta começa a aparecer em horas de trabalho por semana só para reconciliar o que deveria ter splitado sozinho.
Plataformas setoriais com base instalada densa. Agro, saúde, construção, logística. Verticais onde a plataforma conhece profundamente o ciclo financeiro do setor têm posição privilegiada para originar crédito com parâmetros de risco específicos. Um banco genérico não tem esse dado. A plataforma tem. Essa é a matéria-prima do produto de crédito que diferencia quem opera com embedded finance de verdade.
Vale a concessão: tem um perfil que não se encaixa bem nesse modelo agora. Plataformas com volume abaixo de R$ 5 milhões mensais em transações ainda conseguem capturar valor, mas o custo de estruturação precisa ser avaliado com cuidado. A matemática fecha a partir de um volume mínimo. Abaixo disso, o ganho existe, mas o timing pode não ser o melhor.
O que a Barte enxerga
Nós da Barte acompanhamos plataformas B2B em diferentes estágios de maturidade financeira. O que vemos com consistência é que a transição de "gateway integrado" para "produto financeiro próprio" não trava por causa de tecnologia.
Trava por falta de decisão.
As plataformas que avançam mais rápido definem, antes de qualquer implementação técnica, três coisas: quais linhas de receita financeira querem capturar, qual será a marca do produto financeiro perante o cliente, e qual o modelo de risco para crédito e antecipação. Quem espera ter a arquitetura perfeita antes de definir o produto tende a esperar bastante.
O que vemos quando uma plataforma finalmente toma essa decisão é que o gargalo não é tecnologia. É ter quem sabe fazer isso alocado dentro da operação. Especialistas financeiros e engenheiros de IA que entendem o ciclo do pagamento B2B de ponta a ponta, sem precisar de meses de implementação nem de um software novo para o time operar. Empresas que trabalharam com o squad da Barte saíram de 10 dias de fechamento financeiro para 24 horas.
Pergunta para fazer ao seu processador atual: "Consigo ver, agora, sem exportar nada, o custo real de cada transação do último mês, aberto por componente: MDR, float, rejeições, chargebacks e reconciliação?" Se a resposta envolver relatório batch, exportação de CSV ou abertura de chamado, você não tem visibilidade financeira do seu próprio negócio. Tem um extrato. E um extrato não é dado.
Construir sem partir do zero
Construir infraestrutura de processamento do zero, com certificações, integrações com bandeiras, sistema de compliance e equipe regulatória, é um projeto de 18 a 36 meses e investimento que pode superar R$ 5 milhões antes de processar a primeira transação. Esse não é o caminho para a maioria das plataformas.
O modelo white label de Banking as a Service resolve a equação. A plataforma lança o produto financeiro com marca própria, usando infraestrutura já regulada e operando em produção. O tempo de go-to-market cai para semanas. O custo é variável, indexado ao volume. O investimento inicial que antes era CAPEX pesado vira custo operacional proporcional ao crescimento.
Para plataformas com base instalada, a sequência que vemos funcionar melhor é a seguinte:
Primeiro passo: embedded payments. Processar as transações que já acontecem na plataforma e capturar o MDR que hoje vai para terceiros. Retorno imediato, baixo risco de implementação.
Segundo passo: antecipação de recebíveis. Oferecer liquidez para os clientes sobre recebíveis que eles já têm dentro da plataforma. A receita financeira começa a aparecer no P&L com os clientes que a plataforma já conhece e cujo risco já é avaliável.
Terceiro passo: crédito. Com dados de transação acumulados nas duas etapas anteriores, a plataforma tem base para originar crédito com parâmetros de risco específicos da vertical. É o produto de maior margem e de maior impacto na retenção.
Cada etapa é lucrativa por si. Cada etapa acumula os dados necessários para a próxima.
O movimento que não para
O embedded finance no B2B brasileiro não é tendência emergente.
É uma realidade em operação, com players estabelecidos capturando receita financeira enquanto outras plataformas ainda estão avaliando se vale a pena entrar.
A tokenização de recebíveis, combinada com a evolução do Open Finance pagamentos, vai permitir que plataformas B2B ofereçam estruturas de financiamento mais sofisticadas nos próximos 24 meses. Recebíveis tokenizados usados como garantia em operações de crédito, ciclo de financiamento sem banco como intermediário obrigatório. Isso está vindo.
O Pix continua sendo o motor de liquidez instantânea que viabiliza novos casos de uso. Cobranças automatizadas, conciliação em tempo real, split instantâneo entre parceiros. As plataformas mais avançadas já operam assim. O que hoje ainda diferencia vai virar commodity nos próximos dois anos. Quem não tem vai precisar ter para continuar competitivo.
O custo de não agir agora não aparece no balanço deste mês. Aparece daqui a dois anos, quando um concorrente que embarcou o produto financeiro mais cedo tiver NPS maior, churn menor e uma linha de receita que a plataforma que ficou parada não consegue replicar em seis meses.
Esse é o tipo de vantagem que se constrói silenciosamente. Até o momento em que não é mais silenciosa.
Por onde começar
Três avaliações que qualquer plataforma B2B deveria concluir antes de qualquer decisão sobre embedded finance.
Calcular o volume que passa pela plataforma hoje, mesmo que processado por terceiros. Esse é o ponto de partida para dimensionar a oportunidade. Volume acima de R$ 5 milhões mensais já justifica a análise de forma concreta.
Mapear onde estão os dados de transação dos clientes. Se o dado financeiro está em um terceiro, a plataforma não tem o ativo que torna possível o próximo nível de produto. Trazer o processamento para dentro é também uma decisão de recuperar o controle sobre esse dado.
Definir o produto pela perspectiva do cliente, não pela tecnologia. O cliente não quer "embedded finance". Ele quer não precisar sair da plataforma para pagar, receber, antecipar e financiar. Quem define pela tecnologia tende a construir uma feature. Quem define pelo problema do cliente tende a construir algo que retém.
Nós da Barte alocamos especialistas financeiros e engenheiros de IA diretamente no seu time, do fechamento à conciliação, sem software novo pra operar e sem meses de implementação. A plataforma não precisa montar estrutura do zero nem contratar headcount permanente para isso.
Se fizer sentido explorar como isso funciona na prática, acesse fde.barte.io.
Perguntas frequentes sobre embedded finance B2B
O que é embedded finance? Embedded finance é a integração de serviços financeiros como pagamentos, crédito, antecipação de recebíveis e seguros diretamente dentro de produtos não financeiros, como plataformas B2B, ERPs e marketplaces. A empresa opera esses serviços sob sua própria marca, e o cliente não precisa sair do ambiente onde já trabalha para acessá-los.
Qualquer empresa B2B pode adotar essa estratégia? Empresas com base instalada de clientes e volume recorrente de pagamentos têm o perfil mais adequado. O volume mínimo a partir do qual o modelo white label se torna economicamente relevante fica em torno de R$ 5 milhões mensais em transações. Abaixo disso, o ganho existe, mas o custo de estruturação precisa ser avaliado com mais cuidado antes de qualquer decisão.
Qual a diferença entre embedded finance e Banking as a Service? Banking as a Service (BaaS) é a infraestrutura que permite a empresas não bancárias oferecer serviços financeiros via API, sem precisar de licença própria. Embedded finance é a estratégia de negócio que usa o BaaS para integrar esses serviços dentro de um produto existente. O BaaS é a camada técnica. O embedded finance é o produto que o cliente vê e usa.
O que é Open Finance pagamentos e como se relaciona com embedded finance? Open Finance pagamentos é o conjunto de normas do Banco Central que determina o compartilhamento padronizado de dados financeiros entre instituições. Para plataformas que constroem produtos de embedded finance, o Open Finance abre acesso a dados bancários dos clientes com consentimento, o que melhora os modelos de análise de crédito e antecipação de recebíveis com dados que antes eram inacessíveis fora do banco.
Como funciona a antecipação de recebíveis dentro do embedded finance? A plataforma oferece antecipação de recebíveis diretamente ao cliente, usando como base os recebíveis gerados nas transações que passam pela própria plataforma. A taxa é definida pela plataforma. O valor é creditado sem que o cliente precise acionar um banco externo. Para a plataforma, é receita financeira com risco calculável, porque os dados de origem dos recebíveis são próprios.
Como a Barte viabiliza o embedded finance para plataformas B2B? Na Barte, alocamos especialistas financeiros e engenheiros de IA diretamente no time da plataforma, cobrindo o ciclo completo do pagamento B2B: do fechamento à conciliação. Sem software novo pra operar, sem meses de implementação. Empresas que trabalharam com o squad saíram de 10 dias de fechamento financeiro para 24 horas. Saiba mais em fde.barte.io.
.png)
.png)
.png)
.png)
.png)
.png)
.png)