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Desafio do Governo Lula com Aço Chinês

Publicado em

26/11/2023

Desafio do Governo Lula com Aço Chinês

Imagem:

Qilai Shen/Bloomberg

Destaques:

  • Governo Lula enfrenta dilema sobre a alíquota de importação de aço, em meio ao aumento das importações.
  • Setor siderúrgico pressiona por maior proteção, enquanto consumidores temem aumento de custos.
  • A decisão pode ter amplas repercussões na indústria e na economia do Brasil.

O Dilema da Importação de Aço

O governo brasileiro está diante de uma difícil equação relacionada à importação de aço, especialmente do aço chinês. O setor siderúrgico nacional tem pressionado o governo a elevar a alíquota de importação para 25% para combater o aumento das importações, principalmente da China, que prevê exportar 100 milhões de toneladas de aço em 2023. Por outro lado, um aumento na alíquota pode pressionar setores como máquinas e equipamentos e construção civil, que já enfrentam outros desafios econômicos.

Pressão das Siderúrgicas e Resposta do Governo

As siderúrgicas instaladas no Brasil buscam proteção do governo diante do avanço do aço importado, principalmente em produtos laminados a quente. Apesar das discussões com o Ministério de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), ainda não houve uma resposta concreta, além da reversão da redução de 10% da tarifa externa comum (TEC) do Mercosul. A situação se agravou nos últimos meses, com a estimativa de um recorde de 5 milhões de toneladas de compras externas em 2023.

Impactos na Indústria e Consumidores

O aumento das importações reflete o excesso de capacidade global de aço, com cerca de 550 milhões de toneladas de excesso, incluindo 190 milhões na China. Medidas de proteção já foram adotadas pelos Estados Unidos e União Europeia, mas o Brasil permanece com uma alíquota mais baixa. Isso gera preocupações entre os consumidores de aço, que alertam para o aumento dos custos em setores como automóveis, máquinas e equipamentos, eletrônicos e construção civil.

Desafios Estruturais e Decisões Políticas

O cenário atual evidencia um problema estrutural profundo no Brasil, conhecido como custo Brasil. Reformas significativas seriam necessárias para tornar a produção nacional competitiva com a internacional. Neste contexto, a decisão do governo sobre a alíquota do aço parece ser cada vez mais uma questão política, com amplas implicações para diversos setores da economia brasileira.

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