Uma falha na atualização do software da CrowdStrike em servidores do sistema Windows, da Microsoft, causou uma interrupção significativa nesta sexta-feira. O incidente deixou inúmeras empresas e pessoas com seus computadores inutilizados, exibindo apenas uma tela preta. Como resultado, voos foram cancelados e aplicativos bancários ficaram fora do ar em várias partes do mundo. Mas será que essa falha abriu brechas para o roubo de dados?
Segundo Cléber Souza, gerente de segurança da informação (Ciso) da empresa de cibersegurança CG One, a resposta é não. O erro derrubou o acesso às máquinas, dificultando inclusive a entrada de criminosos digitais.
"A plataforma Falcon [da CrowdStrike] não ficou indisponível, abrindo brecha para hackers. Na verdade, o problema surgiu no conflito com o Windows, e logo os módulos de proteção fecharam as portas", afirma Souza.
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O especialista também destaca que o apagão cibernético reforça a importância de manter arquivos e dados salvos em locais seguros fora do computador, seja na nuvem ou em um HD externo criptografado. "Isso permite acessar as informações em momentos críticos como esse", conclui.


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