Obrigado! Seu cadastro foi realizado com sucesso!
Que pena! Ocorreu algum erro.

Os juros futuros encerraram a sexta-feira (17) em alta ao longo de toda a extensão da curva, impulsionados pelo movimento dos rendimentos dos títulos do Tesouro americano (Treasuries) no exterior e pelas declarações do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. As falas de Campos Neto foram interpretadas pelo mercado como duras, elevando a pressão sobre as taxas de juros.

A Associação Brasileira de Bancos (ABBC), que representa instituições financeiras de médio porte, divulgou um estudo apontando efeitos adversos das recentes decisões do Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS) de reduzir o teto de juros do consignado INSS em alinhamento com a taxa Selic. De acordo com a ABBC, essa política tem resultado em uma diminuição significativa na oferta de crédito e um forte desequilíbrio concorrencial no mercado.

O Ibovespa fechou a sessão de hoje com uma leve alta de 0,20%, atingindo 128.283 pontos, apesar do desempenho negativo das ações da Petrobras e de um cenário desfavorável no exterior. Durante o dia, o índice oscilou entre a mínima de 127.922 pontos e a máxima de 128.965 pontos, com um volume financeiro negociado de R$ 17,86 bilhões no Ibovespa e R$ 23,96 bilhões na B3.

A quinta-feira (16) foi marcada por pouca oscilação nos ativos locais, operando próximos à estabilidade em boa parte do pregão. No entanto, os juros futuros encerraram a sessão em alta, seguindo a direção dos rendimentos dos títulos do Tesouro americano (Treasuries), que refletiram as sinalizações de membros do Federal Reserve (Fed) sobre os juros nos EUA.

Os preços dos contratos futuros do ouro encerraram a quinta-feira (16) em queda, influenciados pelo avanço do dólar no mercado internacional. O movimento da moeda americana se recuperou após as perdas da sessão anterior, renovando as expectativas de cortes nos juros pelo Federal Reserve (Fed).

Nesta quinta-feira (16), o petróleo fechou em alta, impulsionado por indicadores dos Estados Unidos que fortaleceram o otimismo do mercado após a divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI) de abril, que veio mais fraco do que o esperado. A consolidação das expectativas por dois cortes de juros pelo Federal Reserve (Fed) em 2024 ajudou o petróleo a repetir a alta de quase 1% da sessão anterior.
.jpg)
Após uma queda de mais de 6% no dia anterior, em consequência da troca de presidência na companhia, as ações da Petrobras continuam em queda nesta quinta-feira (15). Por volta das 15h45, os papéis ordinários (PETR3) recuavam 2,27%, sendo cotados a R$ 39,11, enquanto os preferenciais (PETR4) caíam 2,55%, a R$ 37,42. No mesmo período, o Ibovespa registrava uma alta de 0,39%, alcançando 128.531,11 pontos.

O presidente da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), Giancarlo Greco, declarou nesta quarta-feira (15) que as chuvas no Rio Grande do Sul podem ter algum impacto no setor de cartões, mas a entidade ainda não possui estimativas precisas desses efeitos.

Após a notícia da substituição na presidência da Petrobras, a empresa enfrenta uma forte queda em seu valor de mercado. Por volta das 11h40, a estatal registrava uma perda de R$ 40,2 bilhões, de acordo com cálculos do Valor Data. Esse montante supera o valor de mercado da Gerdau, estimado em cerca de R$ 39,5 bilhões, e se aproxima do valor da Prio, uma das empresas do setor de óleo e gás, avaliada em cerca de R$ 41,6 bilhões.