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O Banco Central (BC) revelou que o custo das transferências pessoais internacionais, conhecidas como remittances, diminuiu entre 2021 e 2023. Segundo o Relatório de Economia Bancária publicado nesta terça-feira, o custo para recebimento de valores é maior do que para o envio.

Os principais índices acionários da Europa fecharam em queda na terça-feira (28), enquanto investidores aguardavam ansiosamente os dados de inflação dos Estados Unidos e da zona do euro, buscando sinais sobre os próximos passos dos bancos centrais dessas regiões.
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O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) adiou para 1º de agosto a entrada em vigor da portaria 3.665, que regula o trabalho no comércio em feriados. A nova norma, publicada em novembro de 2023, gerou controvérsia ao estabelecer que o trabalho em feriados só será permitido se houver previsão em convenção coletiva.

O Banco Central (BC) atualizou seu indicador sobre os juros acumulados no cartão de crédito rotativo para abril, revelando que, entre as 15 instituições financeiras que compõem o levantamento, os juros acumulados ficaram entre 18,35% e 65,15% dos valores originais da dívida. Esses percentuais refletem o percentil 99, indicando que em 99% das operações de cada instituição, os juros foram inferiores aos percentuais apresentados.

O chefe do departamento de estatísticas do Banco Central (BC), Fernando Rocha, destacou que houve uma aceleração no crédito no trimestre de fevereiro a abril em comparação com o trimestre anterior, de novembro a janeiro. Segundo Rocha, esse crescimento foi impulsionado principalmente pelo crédito livre.

Os bancos elevaram suas projeções para o crescimento da carteira de crédito em 2024, de 8,8% para 9,3%, conforme revelado pela Pesquisa de Economia Bancária e Expectativas da Febraban. Essa revisão positiva ocorreu mesmo após a última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, que reduziu o corte de juros de 0,5 para 0,25 ponto percentual, deixando incertezas sobre os próximos passos.
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Os preços dos contratos futuros de ouro encerraram a sexta-feira (24) e a semana em queda, refletindo a renovação dos temores de que os juros nos Estados Unidos podem permanecer elevados por um período mais prolongado do que o esperado.

O mercado financeiro brasileiro apresentou uma reviravolta nesta sexta-feira (24), com o dólar e os juros futuros registrando altas significativas, enquanto o Ibovespa, principal índice da bolsa de valores brasileira, passou a operar em baixa. Os investidores estão atentos às declarações do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e se antecipam à divulgação do relatório Focus, previsto para a próxima segunda-feira.

O petróleo fechou em alta nesta sexta-feira (24), com os investidores aproveitando o recuo da commodity nas quatro sessões anteriores para aumentar a exposição aos contratos futuros. Mesmo com a valorização no dia, o petróleo registrou uma baixa de aproximadamente 2% no acumulado da semana, refletindo sinais de que a política monetária nos Estados Unidos deve permanecer restritiva por um longo período.