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O dólar continua sua trajetória de alta em relação ao real em 2024, impulsionado por incertezas sobre a política fiscal brasileira e pelo adiamento do início do ciclo de cortes de juros nos EUA. Nesta sexta-feira (28), a moeda americana atingiu R$ 5,58 nas máximas intradiárias, o maior nível desde 12 de janeiro de 2022, quando chegou a R$ 5,6007. Além das preocupações com a sustentabilidade da dívida pública

O entusiasmo com os ETFs de criptomoedas nos Estados Unidos está começando a mudar do bitcoin (BTC) para tokens menores como ether (ETH) e solana (SOL). Na quinta-feira, a solana teve sua maior alta em mais de um mês após a gestora VanEck solicitar a criação de um ETF para o token. Enquanto isso, o ether superou o bitcoin em desempenho este ano, com as aprovações finais para ETFs focados na moeda se aproximando.

Após iniciar o pregão próximo à estabilidade, o Ibovespa consolidou-se em queda nos últimos minutos, refletindo a alta dos juros futuros e do dólar, em meio à crescente percepção de risco local devido às incertezas fiscais e de política econômica.

As bolsas de Nova York aceleraram alta nesta manhã, com os índices S&P 500 e Nasdaq atingindo novos recordes históricos intradiários após a divulgação do índice de sentimento e das expectativas de inflação dos consumidores dos Estados Unidos pela Universidade de Michigan

O projeto Drex, que representa a moeda digital do Banco Central (BC) do Brasil, entrou na segunda fase de implementação. Esta etapa é crucial para que instituições financeiras possam testar a aplicabilidade da tecnologia em casos reais. Apesar disso, uma pesquisa do TecBan e Datafolha revelou que 82% da população ainda não conhece o Drex.

Executivos da Americanas recorreram a uma série de artifícios para ocultar irregularidades contábeis dos auditores externos, conforme revelado pelo pedido de busca e apreensão que resultou na operação da Polícia Federal contra ex-diretores da companhia acusados de fraudes contábeis. Assinada pelo juiz Márcio Muniz da Silva Carvalho, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, a decisão cita diversas manobras utilizadas para dificultar o trabalho da auditoria realizada pela PwC em 2019.

A agência de classificação de risco Fitch reafirmou o rating do Brasil em ‘BB’, com perspectiva estável, mantendo a avaliação soberana feita em dezembro. No comunicado da decisão, a Fitch destacou que a nota de crédito brasileira é limitada por fatores como fraco crescimento potencial, rigidez orçamentária e endividamento crescente e elevado. As perspectivas incertas de redução dos grandes déficits orçamentários

O petróleo fechou em forte alta nesta quinta-feira (27), impulsionado pela expectativa de aumento da demanda durante o verão no hemisfério norte e pela possibilidade de intensificação do conflito no Oriente Médio. O petróleo WTI, referência americana, com entrega prevista para agosto, avançou 1,04%, fechando a US$ 81,74 por barril. O Brent, referência global, para o mesmo mês, teve alta de 1,34%, encerrando a US$ 86,39.
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Os preços dos contratos futuros do ouro encerraram o dia em alta firme nesta quinta-feira (27), impulsionados pela fraqueza do dólar americano no mercado internacional após a divulgação de importantes dados econômicos dos Estados Unidos. Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o ouro com entrega prevista para agosto avançou 1,01%, fechando a US$ 2.336,60 por onça-troy.