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O dólar subiu para R$ 5,47, enquanto os juros futuros alcançaram suas máximas na sessão, refletindo a desconfiança crescente dos investidores em relação ao Brasil. Com a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se aproximando, os agentes de mercado adotam uma postura mais cautelosa, resultando em maiores prêmios de risco na curva de juros e na desvalorização do real.
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O comportamento do mercado de câmbio brasileiro foi marcado por uma leve alta do dólar frente ao real nesta terça-feira (18), em um contexto de cautela antes da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) e de um feriado nos Estados Unidos. Essa oscilação reflete as preocupações sobre a possível nova divisão no Copom, intensificadas pelas críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à condução da política monetária brasileira.
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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o acordo de transação tributária firmado pela Petrobras com a União, anunciado nesta segunda-feira (17), é vantajoso para a empresa. "Tanto é que três membros do conselho de administração, que representam os minoritários, votaram de forma favorável", destacou o ministro.
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Os juros futuros encerraram o pregão desta terça-feira (18) sem direção única, com taxas curtas em leve queda e vértices intermediários e longos da curva em alta. Os investidores estavam atentos às declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a condução da política monetária no Brasil, o que gerou cautela antes da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.
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O mercado de petróleo registrou uma forte alta nesta segunda-feira (17), com o WTI, referência americana da commodity, fechando acima de US$ 80 por barril pela primeira vez desde o final de abril. Os contratos futuros começaram o dia com um desempenho morno devido a indicadores de atividade mais fracos do que o esperado da China, mas se firmaram em território positivo ao longo da sessão.
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O Ibovespa iniciou a semana em baixa, impactado por incertezas fiscais e de política monetária, com destaque para a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. O volume financeiro registrado na sessão também foi baixo, refletindo a retirada contínua de recursos por parte de investidores estrangeiros, que têm priorizado aportes em outros mercados.
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Nesta segunda-feira (17), os juros futuros encerraram o pregão em alta ao longo de toda a estrutura a termo da curva. Esse movimento foi impulsionado pela elevação nos rendimentos dos títulos públicos do Tesouro americano (Treasuries) e pelas persistentes incertezas fiscais no cenário doméstico. Participantes do mercado também destacaram as críticas do Partido dos Trabalhadores (PT) às mudanças nos pisos constitucionais de saúde e educação como um fator de preocupação.
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Nesta segunda-feira, o dólar registrou uma valorização significativa, superando a marca de R$ 5,42. O real, por sua vez, destacou-se negativamente ao apresentar o pior desempenho entre as 33 moedas mais líquidas monitoradas pelo mercado. Com isso, a moeda americana já acumula uma valorização de cerca de 3,3% em relação ao real desde o início do mês.
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A Apple está prestes a se tornar a primeira grande empresa de tecnologia a enfrentar acusações sob a nova lei digital da União Europeia. Bruxelas deve acusar a gigante da tecnologia por supostamente sufocar a concorrência em sua loja de aplicativos móveis.